Educar é preciso, se deixar educar é necessário. Em um país tão cheio de diversidades, a única solução para a Inclusão social e para uma modificação nos padrões sociais atuais, é a Educação, pois só a Educação nos leva a uma evolução de fato, nos torna seres pensantes, críticos e modificadores da nossa própria realidade.
Este blog é uma ferramenta indispensável para divulgar meu trabalho e para um enriquecimento dos que se dedicam a pesquisa em educação.
Usem sempre quando precisarem e, quando citarem é necessário que seja mencionado:
OLIVEIRA, Michele Pereira. www.educacaoeinclusao.blogspot.com
Obrigada, e estou a disposição sempre que necessário nos endereços de e-mail indicados.
Usem sempre quando precisarem e, quando citarem é necessário que seja mencionado:
OLIVEIRA, Michele Pereira. www.educacaoeinclusao.blogspot.com
Obrigada, e estou a disposição sempre que necessário nos endereços de e-mail indicados.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Escola Terra Vermelha - apresentação do Bonde do Kebra.
Cultura Popular
O Bonde do Kebra, atua de forma independente na Terra Vermelha, Vila Velha, com um projeto social ousado, e emocionante.
Com a força da capoeira, da dança e do funk, esses meninos de ouro, atuam na comunidade trazendo os jovens e adolescentes para uma nova realidade, onde o sonho ainda é possível.
Minhas honras a esses meninos de ouro.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes.
Na educação é o 85º e ninguém reclama..."
EU APOIO ESTA TROCA!
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar que rouba
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!
terça-feira, 5 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Nota no site oficial do Governo do Estado do Espírito Santo
A nota do aulão de matemática também está mencionada em:
http://www.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99721678
Site oficial do Estado do Espírito Santo.
http://www.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99721678
Site oficial do Estado do Espírito Santo.
Notícias
20/06/2011 17:08
Educação
Aulões de Matemática preparam alunos para o Paebes
A Escola Estadual Terra Vermelha, localizada em Vila Velha, concluiu a 2ª Semana de Intervenção Pedagógica com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental, em preparação para o Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes). Desta vez os aulões foram dedicados à Matemática, sendo que a primeira semana foi voltada aos estudos de Língua Portuguesa.
Durante esse período de preparação, as outras disciplinas da carga horária escolar foram retiradas provisoriamente do horário e os estudantes ficaram envolvidos apenas com os cálculos. A professora Michele Pereira disse que preparou uma apostila de exercícios, que foi entregue aos alunos e também está disponível para os demais estudantes da unidade.
“O professor Joelson Vieira e eu juntamos as duas turmas e trabalhamos não só os conteúdos referentes à 8ª série, mas também os de 5ª, 6ª e 7ª séries que não ficaram muito claros para eles. Para reforçar ainda mais, já solicitei outro horário para relembrar os conteúdos de Geometria”, explicou a professora.
O interessante, disse a professora, foi que a mãe de uma das alunas, a senhora Tânia Alves, pediu para assistir aos aulões e se dedicou muito ao aprendizado do conteúdo.
Michele Pereira também explicou que a participação da família na escola é de muito importante para a educação dos alunos. “Através da Semana de Intervenção Pedagógica podemos mostrar nosso compromisso como professores. Acreditamos numa resposta positiva, que favoreça, assim, o Índice de Desenvolvimento Escolar (IDE) de nossa instituição”, finalizou a professora.
O programa
O Paebes foi instituído pela Sedu em 2004, com o objetivo de avaliar o sistema de ensino de modo permanente e contínuo. Também visa a diagnosticar o desempenho dos alunos em diferentes níveis de escolaridade e áreas do conhecimento, além de subsidiar a implementação, a reformulação e o monitoramento de políticas educacionais.
Os resultados das avaliações são repassados às escolas para que suas equipes revejam projetos pedagógicos e possam definir mais claramente metas de aprendizagem e objetivos do ensino.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Sedu
Rovena Storch/ Aline Nunes/ Karolina Gazoni
Tels.: 27 3636-7705 / 3636-7706 / 3636-7707
E-mail: rsdamasceno@sedu.es.gov.br/aanunes@sedu.es.gov.br/ kpgbissoli@sedu.es.gov.br / jbpaiva@sedu.es.gov.br
Twitter: @sedu_es
Texto: Juliana Borges
Novamente no www.sedu.es.gov.br
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Aulões de Matemática preparam alunos para o Paebes
20/06/2011 - 16:50
A Escola Estadual Terra Vermelha, localizada em Vila Velha, concluiu a 2ª Semana de Intervenção Pedagógica com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental, em preparação para o Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes). Desta vez os aulões foram dedicados à Matemática, sendo que a primeira semana foi voltada aos estudos de Língua Portuguesa.
Durante esse período de preparação, as outras disciplinas da carga horária escolar foram retiradas provisoriamente do horário e os estudantes ficaram envolvidos apenas com os cálculos. A professora Michele Pereira disse que preparou uma apostila de exercícios, que foi entregue aos alunos e também está disponível para os demais estudantes da unidade.
“O professor Joelson Vieira e eu juntamos as duas turmas e trabalhamos não só os conteúdos referentes à 8ª série, mas também os de 5ª, 6ª e 7ª séries que não ficaram muito claros para eles. Para reforçar ainda mais, já solicitei outro horário para relembrar os conteúdos de Geometria”, explicou a professora.
O interessante, disse a professora, foi que a mãe de uma das alunas, a senhora Tânia Alves, pediu para assistir aos aulões e se dedicou muito ao aprendizado do conteúdo.
Michele Pereira também explicou que a participação da família na escola é de muito importante para a educação dos alunos. “Através da Semana de Intervenção Pedagógica podemos mostrar nosso compromisso como professores. Acreditamos numa resposta positiva, que favoreça, assim, o Índice de Desenvolvimento Escolar (IDE) de nossa instituição”, finalizou a professora.
O programa
O Paebes foi instituído pela Sedu em 2004, com o objetivo de avaliar o sistema de ensino de modo permanente e contínuo. Também visa a diagnosticar o desempenho dos alunos em diferentes níveis de escolaridade e áreas do conhecimento, além de subsidiar a implementação, a reformulação e o monitoramento de políticas educacionais.
Os resultados das avaliações são repassados às escolas para que suas equipes revejam projetos pedagógicos e possam definir mais claramente metas de aprendizagem e objetivos do ensino.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Sedu
Rovena Storch/ Aline Nunes/ Karolina Gazoni
Tels.: 27 3636-7705 / 3636-7706 / 3636-7707
E-mail: rsdamasceno@sedu.es.gov.br/aanunes@sedu.es.gov.br/ kpgbissoli@sedu.es.gov.br / jbpaiva@sedu.es.gov.br
Twitter: @sedu_es
Texto: Juliana Borges
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Reconhecimento do trabalho!
No link abaixo, novamente a citação do meu trabalho no Folha Vitória.
http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=coluna&cid=143&pagina=1&post=23363
É sempre importante propor soluções práticas e valiosas e de interesse público geradoras de práticas cidadãs.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Saiu no site da SEDU - ES - www.sedu.es.gov.br
Dengue é tema de projeto na Escola Terra Vermelha
28/04/2011 - 14:41
Com o objetivo de combater a dengue e promover a responsabilidade social, a Escola Estadual Terra Vermelha, em Vila Velha, realiza com os alunos de 5ª a 8ª séries o projeto “Todos no combate a dengue”.
A iniciativa partiu da professora de Matemática, Michele de Oliveira Pereira, que levou para a escola formas que ajudam a prevenir a doença. Uma delas é o repelente natural. “A receita é de baixo custo, não agride o meio ambiente e pode ser usada no corpo sem medo”, revelou. O produto é feito com meio vidro de óleo de amêndoas, um pacote de cravo da índia em pó, 30 ml de álcool, que devem ser misturados e aplicados pelo corpo.
Outra alternativa é o uso da borra de café. Segundo Michele, quando depositada nos pratos e reservatórios de água das plantas ela impede que o mosquito transmissor da dengue ponha seus ovos.
A unidade de ensino também realizou uma palestra sobre a dengue, onde cada aluno recebeu a receita do repelente natural e a sua forma de utilização. Para a pedagoga Monique Beltrão, iniciativas como essas ajudam a formar futuros cidadãos e a entender o papel de cada um no combate à dengue. “As crianças já desenvolveram um senso crítico em relação à doença. O trabalho surtiu um efeito muito positivo, a partir das ações de controle que foram tomadas pela escola", avalia.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sedu
Karolina Gazoni e Rovena Storch
Tels.: 27 3636-7705 / 3636-7706 / 3636-7707
E-mail: kpgbissoli@sedu.es.gov.br / rsdamasceno@sedu.es.gov.br / arocon@sedu.es.gov.br
Twitter: @sedu_es
Texto: Andressa Rocon
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Parabéns!!!
REDAÇÃO QUE VENCEU CONCURSO DA UNESCO
"Como Vencer a Pobreza e a desigualdade"
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para Professores. Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases. REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES, dizem que nosso Presidente não gostou do texto, e disse: " Essa acadêmica se não for do DEM, só pode ser Tucana!"
Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual
Divulguem, aos poucos iremos acordar este "BRASIL".
"Como Vencer a Pobreza e a desigualdade"
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para Professores. Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases. REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES, dizem que nosso Presidente não gostou do texto, e disse: " Essa acadêmica se não for do DEM, só pode ser Tucana!"
Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual
Divulguem, aos poucos iremos acordar este "BRASIL".
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo...
"Crie filhos em vez de herdeiros!"
- "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete!"
- "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela!"
- "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
- "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas!"
- "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
- "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos!"
- "Trabalhe, trabalhe, trabalhe!!! Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas!!!"
- "...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
- "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
· "Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz!!!
E, a pior e mais distruidora das ações humanas é ser prisioneira do medo e vítima de auto-sabotagem!
digo isso por experiência! fui prisioneira do medo e vítima de mim mesma! e, isso apenas isso me impediu de tomar a atitude mais importante da minha vida!
Paz em nossos corações.
- "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete!"
- "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela!"
- "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
- "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas!"
- "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
- "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos!"
- "Trabalhe, trabalhe, trabalhe!!! Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas!!!"
- "...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
- "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
· "Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz!!!
E, a pior e mais distruidora das ações humanas é ser prisioneira do medo e vítima de auto-sabotagem!
digo isso por experiência! fui prisioneira do medo e vítima de mim mesma! e, isso apenas isso me impediu de tomar a atitude mais importante da minha vida!
Paz em nossos corações.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Carta aos Brasileiros.
Carta de:
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
Amigos,
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
Amigos,
Embora há muito tempo desligado daquela instituição, como ex-professor do Instituto Metodista Izabela Hendrix, fiquei profundamente consternado com o caso do universitário que, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca no coração de seu professor, na cantina, em pleno horário escolar, à frente de todos.
Escrevi um desagravo e, em minha opinião, a pérfida ilusão vendida a muitos alunos despreparados, sobre a escola (e a vida) como lugares supostamente cheios de direitos e pobres em deveres, acaba por contribuir para ambientes propensos à violência moral e física.
Espero que, se concordarem com os termos, repassem adiante, sem moderação. A divulgação é livre.
J’ACUSE !!!
(Eu acuso!)
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.
(Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...)
(Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!). A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro. O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares. Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática. No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando... E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.” Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno–cliente... Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”. Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos” e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com
segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeças–boas” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos-clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia. Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”. A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita
raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.” Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Esse é um presente a todos os amantes de boa música!
Você sabe qual música tocava quando você nasceu? Se não sabe, então confira!!!!!!!!
http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm
http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
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